Não se pode falar de educação sem amor...

A Educação é a arma mais poderosa que você pode usar
para mudar o mundo. Os filhos tornan-se para os pais, segundo a educação que
recebem, uma recompensa ou um castigo. Educar é crescer. E crescer é viver.
Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra...


terça-feira, 17 de maio de 2011

O que fazer para saber o sexo no ultrassom

Descubra maneiras de incentivar a movimentação no útero para conseguir ver o sexo do seu filho



Não conseguir ver o sexo do bebê no ultrassom, por causa da posição em que ele está, costuma ser frustrante. Mas existem maneiras de incentivar a movimentação no útero. As dicas são do obstetra do laboratório Fleury David Pares.
1. Um doce, como uma barrinha de chocolate, meia hora antes do exame faz com que o bebê se movimente mais, já que ele se mexe quando há um aumento de glicose na placenta.
2. O movimento da mãe durante o exame incentiva o bebê: mudar de lado faz com que o útero se mexa e, conseqüentemente, o bebê pode mudar de 
posição também.
3. Se a gravidez tiver mais de 20 semanas, lembre-se: o bebê já é capaz de escutar barulhos externos. O som grave pode acordá-lo se estiver dormindo, mas o som agudo quase não chega até ele.

Os reflexos do recém-nascido



Eles são mais importantes do que parecem. Além de engraçadinhos, trazem sinal de ótima saúde


Se você bater palmas bem pertinho do rosto do seu recém-nascido, ele piscará forte. Aperte a sola do pé e ele dobrará todos os minúsculos dedos. Se apoiar o peito dele na água, verá um peixinho movimentando braços e pernas como se estivesse nadando. Seu bebê faz tudo isso por puro reflexo. No dia do parto, o cérebro dele pesa entre 300 e 400 gramas, quatro vezes menos que o de um adulto. Para que se desenvolva completamente, é preciso que todas as células nervosas estejam cobertas por uma substância branca gordurosa chamada mielina. Essa camada de nome engraçadinho é a responsável pela transmissão de impulsos nervosos do cérebro para o corpo. Sem ela, a conversa entre a cabeça e as mãos, por exemplo, fica na base do impulso. "Esse processo de cobertura, chamado de mielinização, começa no segundo trimestre de gestação, atinge seu período mais intenso quando a criança tem 8 meses e continua até o segundo ano de vida", afirma o neuropediatra Luiz Celso Amaral. Com o cérebro em formação, as reações são instintivas. E esses reflexos são muito importantes para o crescimento da criança. "Indicam que o cérebro está se desenvolvendo e trabalhando de forma correta. E também têm a função de ajudar a criança a perceber as fronteiras entre seu corpo e o mundo", diz a neuropediatra Saada Ellovitch.  

São seis os reflexos mais importantes e há mais de 15 exercícios feitos na maternidade para testá-los. Eles desaparecem quando a maior parte das células está recoberta pela mielina. Lá pelo sexto ou sétimo mês, a conexão entre cérebro e corpo melhora, e o bebê perde aquele jeitão estabanado. A partir do terceiro mês, já é capaz de fazer alguns movimentos voluntários, como sustentar o pescoço. Isso porque o amadurecimento da medula se dá no sentido da cabeça para os pés. Os movimentos reflexos começam ainda na gravidez, entre a 28a e a 35a semana, como a sucção."Ela e o choro são reações vitais para a sobrevivência e a proteção do bebê. O movimento de sugar já aparece no útero", afirma o fisioterapeuta Marcus Vinicius Marques de Moraes. Logo depois de nascer, se você colocar a boca do recém-nascido em contato com qualquer objeto, ele tentará abocanhá-lo. Mais tarde o bebê procura intencionalmente a chupeta, por exemplo, porque a sucção o acalma, ou vai às lágrimas para comunicar o que ainda não consegue dizer em palavras. Alguns reflexos ficam por mais tempo, como o de Moro, em que a criança, sentindo-se desequilibrada ou assustada por um ruído forte, joga a cabeça para trás e estica braços e pernas. Isso até os 5 meses.
Na maternidade
Mais do que uma exibição de habilidades para os pais, os reflexos são fonte de pesquisa para os pediatras. Num dos testes realizados na maternidade, chamado clonos, os pés do bebê são empurrados para trás repetidas vezes. A reação esperada é a de que os pezinhos batam como se estivessem acelerando um carro. Ao menos seis desses movimentos – marcha, sucção, pontos cardeais (toca-se os cantos da boca ou lábios inferior e superior e a criança vira a cabeça em direção ao toque como se quisesse mamar), preensão das mãos, do pés e reflexo de Moro — devem ser reavaliados nas primeiras consultas pediátricas. Mas nem sempre foi assim. Até o início do século passado, os médicos examinavam os bebês apenas fisicamente. Ouviam o coração, sentiam a respiração, mediam e pesavam. Não detectavam alterações causadas por pequenos problemas neurológicos. "Alterações nos reflexos podem sinalizar problemas futuros. Os exames servem para evitar que a criança tenha pouco ou nenhum atraso em seu desenvolvimento. É uma ação preventiva", diz a neonatologista Marina de Moraes Barros. "Quanto mais reflexos observados, melhor. Porém, com esses seis já é possível saber se a criança é saudável. O importante é o resultado do conjunto, e não de um reflexo isolado", ressalta Marina.
Vigor emocional e muscular

Os exames não machucam e é importante que o bebê chore. "Por meio do choro, percebemos a capacidade de autoconsolo do bebê, de como ele se reorganiza emocionalmente. Se fica inconsolável ou indiferente, isso pode indicar certa dificuldade de adaptação à nova vida. É necessário repetir os testes numa próxima consulta", explica a neonatologista. Quando os pediatras fazem essas avaliações reflexas, também estão de olho no vigor muscular do seu filho. Verificam, por exemplo, se o braço dele volta rapidamente quando alguém o estica. "Se isso não ocorrer ou se o bebê resistir ao movimento, pode significar algum problema", afirma Marina. 
A influência da nutrição 

Tão importante quanto ter os reflexos é perdê-los. O crescimento da circunferência da cabeça e o desaparecimento dos reflexos indicam que o bebê está cumprindo as etapas: vai primeiro sentar, depois engatinhar – mesmo que seja um pouquinho. Que ficará em pé, apoiado em algo, para depois andar. E que falará feito uma matraca aos 2 anos. A falta dessa resposta indica aos médicos uma possível lesão neurológica que, dependendo do tipo, pode ou não ter comprometimento no futuro, como desenvolvimento motor e neurológico mais lento. É possível amenizar o problema com fisioterapia. Infecções na gravidez e hipertensão grave, por exemplo, podem prejudicar a formação da mielina ainda na gestação. O fisioterapeuta catarinense Marcus Vinicius Marques de Moraes fez um estudo inédito em seu trabalho de mestrado. Avaliou os reflexos de bebês entre 14 dias e quatro meses. Queria descobrir se existe uma relação entre o desenvolvimento motor dos pequenos, sua alimentação, os problemas no parto e a amamentação. Concluiu que a nutrição influencia. "Bebês gordos se movimentam menos e, nos de baixíssimo peso, o cérebro não se desenvolve como deveria. Demoram para passar dos movimentos reflexos para os voluntários", diz Moraes. 

Bebês prematuros são apontados como os de maior risco para seqüelas neurológicas porque nascem antes de o organismo estar completo. "A finalização do amadurecimento neurológico desses bebês ocorre fora do útero, o que faz seu desenvolvimento ser mais lento. Eles nem fazem os mesmos testes de reflexos que as crianças nascidas depois de 38 semanas", diz a neuropediatra Saada. 

Gordos, magrinhos, prematuros ou não, os recém-nascidos querem entender o mundo à sua volta e, para isso, precisam de estímulos. Quanto mais os pais os tocarem, melhor. Os bebês estão criando códigos de comunicação nessa fase e o ideal é que suas experiências sejam positivas. Eles se sentem amparados e seguros quando os pais entendem suas poucas dicas: um resmungo para avisar que a fralda está suja ou um chorão para indicar que quer colinho. 
Os reflexos e suas reações

Reflexo de Moro – O bebê joga a cabeça para trás, estica as pernas, abre os braços e os fecha depois. Surge quando o recém-nascido se sente desequilibrado ou assustado. Some por volta do segundo ou terceiro mês. 
Marcha reflexa – Colocado em pé, com apoio nas axilas, ele ergue uma perna dando a impressão de estar andando. É o primeiro a desaparecer. Some até o fim do primeiro mês. 

Sucção e busca pelo seio – O bebê abre a boca e suga o que aparece à sua frente. Ao tocar qualquer região em torno da boca, ele vira o rosto para o lado estimulado. A busca pelo seio desaparece por volta do segundo mês, quando o reflexo da sucção passa a ser voluntário. 

Preensão palmar e plantar – O recém-nascido agarra o dedo da mãe com força. Esse reflexo ocorre nas mãos e nos pés. O da mão costuma desaparecer por volta do terceiro mês. O do pé continua até o sétimo ou oitavo mês. 

Tônico-cervical – Com o bebê deitado, o médico gira a cabeça do bebê para o lado, a criança tende a estender este braço e dobrar o outro. É chamado de posição de esgrimista. Costuma desaparecer no terceiro mês. 

Engatinhar – De bruços, o bebê estica as pernas, como se tentasse rastejar, quando alguém lhe dá apoio nos pés. Some por volta do quinto mês. 


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Tá na Hora!!! O bebê está chegando...

Os sinais de que seu bebê vai nascer

A gravidez dura 280 dias ou 40 semanas, de acordo com os médicos, e nove meses na contagem das mães, mas na verdade todos estes cálculos são aproximados, pois ninguém sabe precisar o dia em que o bebê vai nascer.
A única coisa que os especialistas garantem é que a partir da 37ª semana de gravidez o bebê está pronto para vir ao mundo, mas o parto pode acontecer até a 42ª semana. Qualquer data dentro deste intervalo é considerada absolutamente normal.

Na hora de avaliar se o seu bebê está chegando, seu obstetra não vai se prender somente a matemática – o que mais vai importar são os sinais emitidos pelo seu corpo, os quais precisam ser muito bem interpretados.

As principais pistas de que o seu bebê vai nascer são:

Perda do tampão: O tampão é uma camada de muco que fecha a entrada do colo do útero, a fim de proteger o seu bebê das bactérias que habitam a vagina. O tampão pode sair de uma vez, como uma rolha durinha, ou aos poucos, causando aumento da secreção vaginal, que se torna mais viscosa e pegajosa, com linhas amareladas e às vezes com um pouco de sangue.

Encaixe da cabeça do bebê: talvez você consiga sentir duas alterações sugestivas de que o seu bebê se encaixou na bacia. A barriga pesa mais à medida que seu centro de gravidade se desvia, o que pode fazê-la perder o equilíbrio. Além disso, fica mais fácil você respirar, porque o útero já não pressiona tanto o diafragma. Esta é a boa notícia. Por outro lado, o útero pressiona mais a bexiga, fazendo você ter de correr ao banheiro a todo instante para fazer xixi. De modo geral, o parto acontece 15 dias depois da data em que a cabeça do bebê se encaixou, mas isso geralmente vale para o primeiro filho. Do segundo em diante, o encaixe pode ocorrer até mesmo no dia do nascimento;

Gotas de sangue: pequenas manchas na calcinha são normais. Como o colo do útero está muito inchado e sob pressão contínua da cabeça do seu bebê, esforços físicos, como tosse e relações sexuais, podem provocar o rompimento de alguns vasinhos, sem maiores consequências. Mas se houver sangramento parecido com a menstruação, você deve ir logo para a maternidade;

Rompimento da bolsa: quando um líquido claro semelhante a água sanitária e às vezes com grânulos brancos (como água-de-coco) escorrer pelas suas pernas, significa que a bolsa de líquido amniótico se rompeu. Isso indica que o trabalho de parto está no inicio, por isso você deve ir para a maternidade. Mas não precisa se apavorar, pois dá tempo de ligar para o seu médico e tomar um banho. Apenas se apresse se o líquido tiver cor amarelada ou esverdeada, pois isso indica a presença de fezes do bebê, e ele pode estar em apuros.

Contrações: seu corpo começa a se preparar para o parto desde a 23ª semana de gestação. O útero se enrijece, dando origem às contrações Braxton-Hicks, que são treinamentos que o útero faz como uma preparação para o parto. Até o sétimo mês elas têm intensidade leve e indolor, mas depois tendem a ficar mais frequentes e intensas provocando os famosos alarmes falsos.
As contrações do trabalho de parto são regulares, endurecem toda a barriga e costumam vir acompanhadas de dor, evoluindo até tornarem-se mais fortes e ocorrendo em intervalos cada vez menores. Considera-se início de trabalho de parto quando há pelo menos duas contrações regulares no intervalo de 10 minutos;

Dilatação: em algumas mulheres, o colo do útero começa a abrir 1 ou 2 centímetros no fim da gravidez. Em outras, isso acontece apenas durante o trabalho de parto. Portanto, só a dilatação não significa que seu bebê está preste a nascer. Seu obstetra precisa avaliar outros parâmetros, como a altura da cabeça do bebê, a presença de contrações ritmadas, a espessura e o amolecimento do colo do útero. Para analisar esse conjunto de informações, suas consultas de pré-natal, que eram mensais até 30 semanas de gravidez, passam a ser quinzenais entre a 31ª e 35ª semanas e se tornam semanais da 36ª semana em diante.

Quando a gravidez completa 37 semanas, o bebê tem cerca de 2250 a 3550 gramas e mede em torno de 46 a 48 cm. Todo o seu corpo já se formou. Até o pulmão, último órgão a amadurecer, está pronto para entrar em atividade. O bebê tem plenas condições de viver fora do útero e de se alimentar mamando no seio materno. Nas últimas semanas de gestação, ele limita-se a ganhar peso - 30 gramas por dia. Quanto mais a mãe relaxar no final da gravidez, maior será o ganho de peso da criança.

Seu bebê torna se cada vez mais rechonchudo por causa dos depósitos de gordura - 80% sob a pele e 20% em tomo dos órgãos. Como ele está grande, o espaço para se movimentar no útero fica restrito e a intensidade dos movimentos se reduz. Mas atenção: Se ele não se movimentar por mais de quatro horas, avise seu médico para certificar-se de que tudo está bem, pois esta situação pode significar alguma dificuldade ou diminuição do bem-estar fetal.


Agora que você já sabe identificar os sinais do parto, veja algumas dicas para tornar as últimas semanas de gravidez mais agradáveis:

Não dirija. Aliás, o ideal é abandonar a atividade quando a barriga estiver a menos de 15 cm do volante;
A vida sexual pode seguir normalmente até o final da gravidez, a menos que haja restrições do seu médico;
Se você ainda não visitou a maternidade, vá até lá. Isso ajuda a se familiarizar com o ambiente, com a rotina do hospital e o trajeto de casa até ele;
Continue se exercitando. A atividade física é permitida, desde que bem orientada. Você pode praticar os exercícios enquanto estiver se sentindo bem, a não ser que seu médico a proíba por algum motivo;
Escolha um bom pediatra e marque uma consulta antes mesmo do parto. Você aproveita para conhecê-lo, recebe as primeiras orientações de como cuidar do seu bebê após o nascimento e fica mais tranquila sabendo a quem recorrer depois que sair da maternidade;
Repouse mais e pare de trabalhar 15 dias antes. Quanto mais você descansar nesse período, melhor será o ganho de peso do seu bebê. Além disso, ao deixar de sair de casa para ir ao trabalho, você não se expõe a riscos como, por exemplo, esforços físicos, fumaça de cigarros e a acidentes de trânsito, é claro.
 





Ps: essa matéria eu dedico a minha amiga Ellen e á desejo um bom parto!!! Bjs querida

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Filhos que abandonam pais idosos

É bem triste mais a situação é real, muitos filhos abandonam seus pais idosos, muitos se esquecem do amor e sacrifício que seus pais fizeram por eles e quando chega a hora de retribuir toda a dedicação pulam fora da responsabilidade e deixam seus idosos numa asilo, muitos deles como vimos na TV milhões vezes acabam não tratando nossos idosos com eles merecem, alguns chegam a ser espancados ou nem recebem a visita da familia, sei que na maioria das vezes existem conflitos de gerações, isso é absolutamente normal  se 2 pessoas da mesma idade tem pensamentos diferentes, imagina 2 que tem outro conceito de vida, porem devemos servir de exemplo para nossos filhos, cuidando dos nossos pai automaticamente ensinamos nossos filho a respeitarem os idosos assim eles também cuidaram de nós quando ficarmos idosos também.


O FILHO QUE ABANDONA SEU PAI!


                                                    Criei meus filhos com muito amor
  Ensinando a eles o valor da vida
Mostrava a importância de ser honesto
   Pois agindo dessa maneira
Estariam no caminho certo
  Enfrentando tudo com dignidade!

O dom do amor
   É nos legado
Pelo criador que ao seu modo fez tudo
  Temos o privilégio de seguir seus passos
Não agindo dessa maneira
   O homem se torna mal e tirano
Pois tem opção de fazer o bem
  Faça a tua parte.

Minhas forças se foram
  Meus cabelos se tornaram brancos
Quando mais precisei:
   Não encontrei...
O filho que criei.
   Onde estás filho meu
Porque me abandonaste?

O Asilo agora é minha casa
   Tenho amigos como eu
São todos eles carentes
  Naquele lugar de descanso
Fico sempre a ti esperar meu filho!
  Morreria Eu sem tu me visitar?
Estou aqui, faça algo por mim
   Te criei, Te vi nascer
Mais esqueceste de mim.

Autora: Léia Costa
À Peregrina – 7 ASB
Todos os direitos Autorais são da autora
Data:09/08/2008
Campinas-SP /Brasil.

PS:Um dia os filhos também ficarão velhos.

A FASE DA PRÉ-ADOLESCÊNCIA


Onde está aquela criança que brincava com bonecas, colocava os sapatos da mamãe, que gostava de ouvir histórias e de ficar em casa? Hoje aquela menininha ingênua e tímida, está se tornando uma mocinha, uma pré-adolescente, e esta fase é tão complicado para ela quanto para a família, para a escola e para todos que convivem com essa transformação natural, que acontece entre a faixa etária que vai desde o décimo ano de vida, onde ocorrem intensas mudanças físicas e psicológicas.
A pré-adolescência é marcada principalmente pelo início da puberdade, ou seja, mudanças no corpo que vai se transformando com o amadurecimento dos órgãos sexuais, os pelos pubianos e nas axilas, e o início da menstruação que geralmente acontece entre o 10º e 12º ano de vida. Os seios se desenvolvem e com essa mudança acarreta uma série de fatores psicológicos onde a criança passa a dar mais importância as amizades, se agrupam com amigos que possuem algo em comum e passa a ser mais reflexiva e questionadora quanto aos modelos adquiridos pelos pais.
Nessa fase, fica difícil para o adolescente entender porque não pode fazer certas coisas, pois ela acredita que é capaz de tomar suas próprias decisões. Aí vem os conflitos familiares, pois existe resistência em receber ordens e a acatar as regras. A adolescente se acha capacitada de interagir diante dos fatos. Não aceita que os pais a levem para a escola, já querem sair sozinhos, procuram se socializar e conduzir suas próprias idéias, pois acreditam serem arcaicas as regras recebidas da família.
Para entendermos e sabermos lidar com as transformações da criança em pré-adolescente é necessário que se conheça o que acontece com ela nesse momento, como é transcorrida essa mudança.
Hoje é muito mais complicado educar e conviver com uma pré-adolescente, devido ao número de informações e acessos intermináveis à internet, a mídia em geral, onde eles adquirem mais informações do que os próprios pais.
A função da família hoje é administrar, orientando com sabedoria, e deixar bem claro que somos responsáveis por nossos atos, e que tudo tem seu tempo e idade certa.
Como lidar com pré-adolescentes na escola
Se na família existe esse problema, em aceitar as ordens, na escola acontece o mesmo, pois para essa “criança” está sendo difícil conduzir suas próprias idéias. Na escola ela também passa por cobranças e muitas mudanças, pois os professores agora já não são os mesmos.  Ela vai ter diversos conflitos com professores que nem sempre percebem que essa  fase  da rebeldia, dos questionamentos fazem parte da puberdade, do crescimento e do amadurecimento.
Dentro de tantas mudanças que passam esses alunos, existe um grande compromisso do professor e da escola, em estarem auxiliando no equilíbrio desta etapa. Junto com as transformações, vem também um turbilhão de informações na segunda fase do ensino fundamental, com uma quantidade exagerada de matérias, compromissos, cobranças.  Com tudo  isso, a responsabilidade aumenta a cada dia, coincidindo com as alterações físicas e hormonais, trazendo uma série de desconfortos, com os quais podem ocorrer a dispersão natural da idade, ou a depressão, entre outros problemas. É importante que a escola saiba entender e acolher esse aluno, fazendo com que ele sinta-se seguro.  Mais importante que isso é a família e a escola estarem unidas em parceria, preparadas para orientar, abraçar essa “criança” que, com certeza sendo bem aceita e conduzida, terá condições de ser um adolescente com maturidade suficiente em moldar a sua vida com sabedoria para um futuro feliz.

domingo, 1 de maio de 2011

MÃES ABANDONAM FILHOS



É triste essa realidade, acho que nada justifica o abandono de um filho muitas vezes colocando em risco a vida da criança, essa semana vimos vários casos de mulheres que cometeram esse ato de crueldade com sua própria cria, não estou aqui para julgar ninguém, só queria lembrar que existe varias familias que gostariam muito de adotar uma criança, para essas mãe seria muito mais viável dar a criança para adoção.


 Médicos  apontaram as duas principais causas para esse tipo de abandono. A primeira é a depressão pós-parto, um processo bioquímico e hormonal presente no corpo da mulher e responsável por fazer com que ela perca o afeto à criança e a outras coisas comumente alegres. A segunda é a psicose puerperal. Neste caso os fatores genéticos são indicadores de que a mulher poderá, por exemplo, agir com violência demasiada contra seu bebê.
Para Giancarlo Spizzirri, médico psiquiatra da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), na situação de depressão, a mulher “passa a atentar contra a própria vida, perde a auto-estima e fica com o humor baixo”. No caso da psicose puerperal, “a mulher perde a noção da realidade e chega a pensar que a criança ou o bebê é uma ameaça contra ela”.
Segundo o psiquiatra, essa situação limítrofe surge quando a pessoa não tem um equilíbrio pessoal. “Para que uma mulher faça isso (abandonar ou matar o próprio filho), é preciso que o relacionamento social e interpessoal dela seja caracterizado pela abominação ou crítica. A sociedade não busca entender o que se passa com essa mulher, e a condena, julga”, afirma Spizzirri.
A questão social também foi levantada pela ginecologista obstetra do Hospital das Clínicas Ana Lúcia Cavalcanti. Para ela, a pressão da família para que a mulher seja mãe é muito grande e, em muitos casos, isso contrapõe diretamente a vontade da mulher em querer a maternidade. “Essas mulheres que abandonam ou matam suas crianças são mulheres sofridas, que vivem na pobreza e são submetidas a um relacionamento submisso”, afirma.
Segundo Ana Lúcia, a mulher tem tendência maior a ser depressiva do o homem. “A progesterona é um fator agravante, principalmente no pós-parto. Mas isso não é apenas um problema médico. Os fatores culturais são também muito fortes na formação da personalidade da mulher. Na questão da maternidade, você pode ser mãe e ser feliz, mas pode ser mãe e não ser feliz.”
Para a  ginecologista, a maternidade também é um processo burocrático. "É preciso entender, antes de tudo, a mulher como mulher e, depois, a mulher como mãe. Nada justifica um ato como esse (de violência contra um bebê), mas a sociedade impõe a mulher como mãe, sublime e um anjo, e também a coloca como uma Eva, impura. A sociedade julga antes de conhecer a pessoa. Ela passa a não ter importância suficiente sem o filho e isso não está correto.”
 Hoje existe tantos modos de evitar uma gravidez que chega a ser absurdo q uma mulher que já foi mãe inúmeras vezes ainda não tenha aprendido a evitar, eu fui mãe solteira, e apesar da minha pouca idade jamais pensei em abortar ou a abandonar minha filha, eu nem sabia muito o que era ser mãe, algumas pessoas diziam que eu brincava de boneca com minha recem-nascida, e de fato era, a unica coisa que eu tinha certeza ( mesmo abandonada pelo pai da minha filha), que eu a amava e que daria minha vida por ela...

AS CRIANÇAS E SEUS MEDOS


Um problema que aflige muitos pais é o medo desmedido que algumas crianças apresentam diante de situações aparentemente inofensivas. Tal situação não é rara e pode ocorrer com qualquer criança. A maioria dos medos infantis, como o de escuro, de dormir sozinho ou de animais, permanece em níveis controláveis e tende a desaparecer com a idade. No entanto, alguns desses medos podem tomar proporções excessivas e evoluir para um quadro denominado fobia. A dúvida da maioria dos pais se refere a como esses medos aparecem e o que se pode fazer para ajudar a criança a superá-los.
É importante ter claro que o sentimento de medo é uma reação instintiva de defesa, que ativa os sinais de alerta do corpo enos prepara para fugir diante de situações ameaçadoras, ou seja, o medo é um sentimento natural e apropriado a uma determinada situação. Aprender a lidar ou mesmo superar os medos é um sinal de amadurecimento emocional.
Medos aparentemente irracionais podem ter diversas causas. A mais comum é a experiência direta, como, por exemplo, quando a criança é mordida por um cachorro e passa a temer todos os cachorros que aparecem em sua frente, independente do seu tamanho ou da sua aparência. É claro que nem todas as crianças que são mordidas por cães passam a desenvolver esse medo, mas, dependendo da intensidade da experiência e de quanta ansiedade a criança sentiu, há grandes chances de passar a apresentar esse medo com maior intensidade.
Outra causa para os medos é a observação da reação de ansiedade de outras pessoas diante de determinadas situações. Podemos citar o caso de uma criança que foi levada para atendimento clínico, porque entrava em verdadeiro pânico quando ocorria uma tempestade. Apesar dela nunca ter passado por nenhuma experiência direta com chuvas fortes, um fato provavelmente contribuiu decisivamente para sua reação diante da tempestade. A mãe relatou que também sentia muito medo de tempestades e que, sempre que elas ocorriam e ela estava em casa com a criança, corria apavorada para baixo da mesa com o filho nos braços. Provavelmente, nesse caso, a criança literalmente aprendeu a sentir medo de chuva ao sentir o desespero da mãe.
Uma terceira causa relaciona-se com os pensamentos que acompanham as situações que despertam medo. Muitas crianças, principalmente nas idades de 3 a 5 anos, quando vão para uma casa nova, por exemplo, passam a sentir pavor de dormir sozinhas no novo quarto. Elas costumam relatar a presença de personagens imaginários e se recusam a passar a noite lá. Muitos pais encaram isso como uma tentativa de manipulação da criança (e, em alguns casos, é mesmo), mas na maioria das vezes esse medo é real e a criança se sente apavorada, porque não consegue controlar os próprios pensamentos no novo ambiente. A companhia de um adulto ou mesmo do irmão mais novo costuma ser suficiente para que a criança adormeça tranquila. Esse fato mostra que o medo está muito mais relacionado à fantasia da criança do que a algum fator ambiental. Vale ressaltar, que não é porque uma criança relata ou demonstra medo em relação a uma determinada situação ?ameaçadora? (o medo de dormir só no novo quarto) que devemos evitar tal situação como uma forma de poupar sofrimento. O recomendável é encarar tal situação como uma oportunidade de superação, dando apoio, demonstrando segurança e respeitando a singularidade de cada criança.
Como já mencionado, a maioria dos medos das crianças tende a desaparecer com o tempo. Os pais podem ajudar nesse processo tentando deixar a criança segura diante de situações que lhe causem medo. Se a criança tem medo de cães, os pais podem, junto com ela, brincar com esses animais em situações que não ofereçam risco (filhotes que não mordam e que não assustem a criança com latidos fortes, por exemplo). Um erro comum é o adulto tentar "consertar" o medo da criança fazendo com que ela o enfrente contra a vontade. É o caso do pai que joga no mar a criança que tem medo de água. Esse tipo de atitude não costuma gerar bons resultados porque, em geral, a criança se assusta muito, entra em pânico e é retirada da água já em completo desespero. Nesses casos, a experiência de "enfrentamento" apenas contribui para aumentar o medo da criança.
Há circunstâncias em que as reações de medo se tornam muito intensas e passam a interferir no desenvolvimento saudável da criança. Nesses casos, o mais indicado é os pais procurarem um acompanhamento terapêutico. Os resultados são bons e podem evitar a criança e seus pais de um sofrimento desnecessário.
O grande erro de usar o medo para controlar as crianças

Grande parte dos adultos procura controlar as atitudes dos filhos com base na ameaça, eles fazem um tipo de pressão psicológica para que a criança desenvolva o medo. Estudos mostram que essa não é a melhor forma de lidar com os pequenos.

Os adultos criam fantasias ameaçadoras, como é o caso do Homem do Saco e a do Bicho Papão, tudo isso como uma forma de inibir a má criação. Segundo alguns tópicos da psicologia infantil, os “contos” inventados para assustar podem despertar medo e traumatizar o individuo por toda a vida.

As crianças já possuem um imaginário bem fértil, elas criam fantasias por si só e não precisam das invenções dos adultos, isso só agrava os seus ingênuos pensamentos. Assim, os pais devem ter alguns cuidados para controlar os filhos,criar crianças corajosas e não estimular o medo em todos os sentidos.