Não se pode falar de educação sem amor...

A Educação é a arma mais poderosa que você pode usar
para mudar o mundo. Os filhos tornan-se para os pais, segundo a educação que
recebem, uma recompensa ou um castigo. Educar é crescer. E crescer é viver.
Educação é, assim, vida no sentido mais autêntico da palavra...


quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Projeto Amigos Transformando o mundo ( Disney Channel)

Olá queridos (as),
Sempre que posso assisto TV com minha filha e vi uma projeto muito interessante no canal DISNEY CHANNEL chamado Projeto Amigos Transformando o mundo


Vamos agir agora mesmo por um mundo com menos lixo
Esse projeto educa e conscientiza as crianças, os jovens e os adultos a preservarem nosso planeta para que futuras gerações possam usufruir dele da melhor forma possível...

Neste Projeto encontramos temas bastante interessantes como:

CLIMA: Você pode ajudar a controlar a mudança climática.

ÁGUA- Você pode cuidar da água.

LIXO- Façamos um mundo com menos lixo

HABITAT- Ensinaremos a você a proteger a natureza

A linguagem usada é de fácil compreensão para as crianças vale a pena...


Clique aki e se comprometa você também em ajudar a salvar o planeta 



segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Adolescentes: Como entende-los

NÃO É FÁCIL SER PAI... TAMPOUCO ADOLESCENTE!
 
Os adolescentes são crianças em transição. Eles não são jovens adultos. Suas necessidades, inclusive as emocionais, são infantis. Um dos erros mais comuns dos pais, professores e outros, com respeito aos adolescentes, é considerá-los como pequenos adultos. E não são poucos os pais que hoje em dia, negligenciam as necessidades infantis de seus filhos adolescentes como: sentir amor e aceitação. De serem cuidados e de saber que alguém gosta realmente deles.
 
Na verdade são tantas mudanças hormonais e comportamentais que da pra pirar qualquer pai ou mãe.


Nada como a boa e velha conversa, aconselha a psicóloga. Ela garante que o diálogo mostrará ao jovem que ele sempre terá um porto seguro em casa. “Os pais devem compreender que se trata de uma fase do desenvolvimento necessária e inevitável, para que seus filhos possam se tornar verdadeiramente adultos. É preciso que os pais cheguem numa boa medida de estabelecimento entre limites e liberdades

Apesar dos alardes, não é todo mundo que passa por essa fase difícil. Enquanto existem os rebeldes sem causa, há também aqueles que enfrentam as mudanças de maneira mais calma ou mais reclusa. “Cada um viverá a sua ‘revolução particular’ com as armas que dispõe, ou seja, tudo será vivido de acordo com as experiências acumuladas e vividas no contexto familiar, individual e social”, finaliza a psicóloga.

Sucesso escolar não depende de recompensas e sim de elogios!

Elogios valem mais que mil presentes
 
 
 
Ganhar presentes é muito bom, de pessoas que gostamos então nem se fala. Mas, na verdade, acostumamos tanto em demonstrar carinho, afeto e reconhecimento com lembranças e coisas materiais que nos esquecemos de valores importantes que muitas vezes são mais valiosos que o luxo do embrulho ou do valor material.

Qual o pai ou mãe nunca começou o dia prometendo algo aos filhos ou logo fazendo trocas do tipo: “lhe dou isto se você fizer aquilo” ou “se você se comportar bem com a vovó lhe dou um presente” e ainda, o mais comum –“se você tirar boas notas pode escolher o que você quiser”? E é aí que se pretende chegar. Nos desafios impostos à aprendizagem e no estímulo que a muito vem sendo camuflados por combinações de presentes, passeios ao shopping, aos dias de besteira, enfim, padrões que inconscientemente podem promover o fracasso escolar, o mau rendimento na aprendizagem e principalmente a perda de valores que precisam ser apreciados desde a infância.

As novas descobertas, as conquistas, a mudança de uma série para outra, por exemplo, podem provocar medo e insegurança na criança, isso gera conflitos como a incompetência, o fracasso e o medo de castigo. Dessa forma, como obter melhora e sucesso das crianças sem uso convencional de “presentes” ou recompensas? Como incentivar e fazê-las buscar a autonomia e entender que aprender e “tirar boas notas” fazem parte do processo educativo escolar e familiar? Já que não se pode prometer presentes pelo sucesso que é sua obrigação, como afirma o Dr. Içami Tiba (médico psiquiatra).

Haja vista que toda pessoa gosta de participar, e com a criança não é diferente, atribuir pequenas tarefas, mostrar a importância da conquista, de alcançar metas, é estímulo, é desejo crescente de fazer e bem fazer. E ao final de cada tarefa, mesmo que não esteja convencionalmente correta, aprecie, faça uso da arte de ELOGIAR. Todo mundo gosta de elogios, seu filho (a) se sentirá bem, perceberá que é capaz e terá desejo de aprender. E esse mesmo desejo impregnado de boa vontade, adjetivado por elogios no lugar de broncas e castigos, pode ser tornar o melhor aliado na busca da aprendizagem e do sucesso escolar. 

Por Giuliano Freitas
Graduado em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
 

Criança tem que se sujar -Mania de limpeza pode atrapalhar o desenvolvimento da criança.

Quando as crianças passam a freqüentar escolas, normalmente algumas mães reclamam da sujeira e das manchas de tinta, massinha ou terra em suas roupas.
Se a escola não possui ou não exige o uso do uniforme é bom que as mães separem algumas roupas para dar maior liberdade aos pequenos.
Quando a escola exige o uniforme, é bom adquirir uma quantidade suficiente para que dê tempo de lavá-los e deixá-los em boas condições de uso.
Os pais devem ser compreensivos quanto a isso, pois é muito difícil para a professora impedir que os alunos se sujem, já que tem atividades que envolvem o uso das tintas, argila, massinha, além de brincar no parquinho de areia ou mesmo mexer numa horta.
Crianças precisam brincar muito, pois o processo ensino-aprendizagem acontece nas relações que elas estabelecem com seus amigos e professores, numa troca de diálogos e experiências que são saudáveis para sua vida.
Nesse momento tão gostoso, ter que se preocupar em cuidar da roupa e em não se sujar pode deixar a criança inibida, causando-lhe problemas de ordem emocional.
Pais que tem mania de limpeza e de organização excessiva podem passar essa mania para os filhos, fazendo com que os mesmos comportem-se da mesma forma diante de alguma coisa que, aparentemente, não esteja tão limpa ou arrumada.
Essas crianças sofrem muito, pois se sentem pressionadas a deixar de lado atividades que seriam prazerosas para sua vida, para ficarem sentadas, quietas ou observando outras crianças se divertindo.
É importante que pais e educadores fiquem atentos quanto a essas atitudes, pois podem estar indicando que algo não vai bem, causando-lhe neuroses e sérios problemas.
Uma criança pode tornar-se extremamente tímida, por sentir medo de se sujar, para não levar bronca dos pais, criando uma sensação de insegurança quanto às brincadeiras, passando a ter medo de se expor e de ser julgado pelos mesmos.
Outro problema pode ser por sentir que os pais não valorizam as coisas que ela consegue fazer, aquilo que ela produz. Aos poucos vai internalizando que só os agrada quando está quieta e limpa, passando a procurar manter sempre essas atitudes ou levando-o ao extremo, com maus comportamentos e atitudes de rebeldia, a fim de chamar a atenção dos mesmos.
Assim, é importante que as crianças tenham liberdade para brincar, pois as brincadeiras que sujam são muito saudáveis e levam ao desenvolvimento e ao equilíbrio emocional, além de criar anticorpos que o ajudarão a manter uma boa saúde.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Amigo Imaginário


A maioria das crianças entre três e cinco anos cria um amigo imaginário. O amigo imaginário ou invisível, como é popularmente conhecido, funciona como uma espécie de recurso para os pequenos compreenderem e elaborarem todos os sentimentos de alegria e tristeza que despertam nessa idade.

Quem nunca se deu conta de falar sozinho, discutir determinados assuntos consigo mesmo ou agir como se houvesse uma outra pessoa presente ao seu lado? Com certeza uma grande parte da população já viveu uma situação semelhante a essa. Se isso muitas vezes acontece na fase adulta, saiba que também pode ocorrer na infância. Nesse caso, há uma explicação de fundo psicológico e emocional. De acordo com a psicóloga Gláucia Guerra Benute, da Divisão de Psicologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de São Paulo, três em cada dez crianças entre três e cinco anos criam um amigo imaginário ou invisível. Ele pode surgir de dois modos: amigo invisível ou objetos personificados como travesseiro, cobertor, fralda, chupeta, entre outros (com os quais as crianças interagem dando-lhes vida, como se fossem de verdade). Além de fazer parte das atividades de rotina da criança, com ele os pequenos costumam brincar, conversar e discutir determinadas situações ou até mesmo brigar quando se sentem contrariadas. Mas, na maioria das vezes, buscam dividir suas alegrias e principalmente suas tristezas. “É muito comum e extremamente saudável as crianças criarem um amigo imaginário durante a infância. Esta é a forma que elas encontram de se comunicarem com elas mesmas”, explica a psicóloga.
Embora as crianças tenham consciência de que o amigo invisível não passa de uma invenção de sua própria imaginação, usam disso como um recurso valioso para seu desenvolvimento e para compreender e elaborar todos os sentimentos que estão envolvidos em determinadas situações, principalmente os mais conflituosos como o medo, a frustração, a angústia, a raiva e a preocupação.
Na maioria dos casos, essa reação pode ser desencadeada por mudanças de hábitos ou situações de estresse e ansiedade, que acabam transformando a rotina da criança. Em geral, podem se manifestar com o nascimento de um irmãozinho, a separação dos pais, a perda de alguém na família ou outras pessoas queridas, a mudança de um professor ou de endereço, entre outros motivos. “De certa forma, todos esses acontecimentos podem gerar angústia e expectativa na criança. Em relação aos exemplos acima, elas temem não serem aceitas ou não saberem lidar com as novas circunstâncias”, afirma.
Para a profissional, os “amigos especiais” servem também para dar mais segurança à criança e para que ela perceba o seu potencial em conseguir controlar determinadas situações que fazem parte do crescimento, de maneira mais fácil e menos dolorida. Além disso, o faz-de-conta permite a ela se sentir dona da situação, pois é nesses momentos que tem a oportunidade de exercer a vontade própria, a autoridade, compartilhar segredos e até mesmo dar ordens, o que não seria possível com os amigos reais, irmãos e até mesmo com adultos.

O que os pais devem fazer?
Em primeiro lugar, os pais não devem se apavorar, porque esta é uma atitude totalmente normal da criança. Em segundo lugar, os pais não devem interferir. De acordo com a psicóloga, quando o filho (a) estiver falando com o amigo imaginário e agindo como se ele fosse de carne e osso, brincando com ele, chamando para jantar e sentar ao seu lado, os pais devem apenas observar e ouvir o que dizem e ficar atentos aos seus gestos e atitudes. Nunca devem incentivá-los ou reforçar a presença “dele”. “No caso dos adultos se comportarem como se o ‘amiguinho’ realmente exista, isso poderá deixar a criança totalmente confusa, uma vez que ela sabe que isso não passa de uma brincadeirinha inventada por ela. Já em uma atitude contrária, como a repreensão, a criança pode se sentir desrespeitada e confrontada, pois sentirá que os pais estão tirando dela um recurso que criou para se auto-defender. Os pais devem participar da conversa apenas quando forem solicitados”, recomenda Gláucia.
Atenção a determinadas atitudes.
O que os pais devem perceber é o grau de interferência que esse tipo de recurso pode ter na vida da criança, pois a função do amigo imaginário não deve ser, em momento algum, prejudicial ao seu desenvolvimento. Existem algumas atitudes que a criança pode manifestar e que merecem uma atenção maior dos adultos. Entre elas os pais devem observar:
  • A influência que o amigo imaginário tem na vida da criança, no caso dos filhos incluírem este personagem em todas as brincadeiras e atividades do dia-a-dia;
  • Se a criança tem dificuldade de conviver e se sociabilizar com outras crianças;
  • Se prefere a companhia do amigo de mentirinha aos de verdade ou à própria família;
  • Quando a criança passar horas isolada, brincando sozinha, mesmo quando está em grupo.
Na maioria dos casos, essas manifestações são dissipadas com o tempo. O mais comum é a criança recorrer ao amigo imaginário com uma freqüência ainda menor conforme for ficando mais velha, até eliminá-lo de vez. Isso deve começar a acontecer por volta dos quatro anos e pode se estender, no máximo, até os cinco anos e meio de idade. Ao persistirem nessas fantasias ou fugirem de situações consideradas normais e aceitáveis durante um determinado período, os pais devem procurar ajuda especializada, como psicólogos.

domingo, 5 de setembro de 2010

Tosse infantil o que fazer?

Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria.
Muitos são os pais que nesta altura do ano andam perdidos de sono devido às inúmeras noites mal dormidas em consequência dos festivais nocturnos de tosse dos seus filhotes.Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria. É um importante mecanismo de defesa do sistema respiratório, tendo como principal função a remoção de material estranho e secreções das vias aéreas. Na grande maioria das vezes, consiste numa resposta reflexa, isto é, ocorre automaticamente sem a pessoa pensar.Além de poder ser bastante incomodativa e cansativa para pais e filhos, origina grande preocupação nos primeiros na medida em que estes pensam sempre que a sua presença é sinal de doença grave, nomeadamente de pneumonia.Contudo, a maioria das situações que condicionam tosse na criança são benignas e autolimitadas. O mecanismo produz-se por estimulação de receptores que existem ao longo do aparelho respiratório. Estes receptores praticamente não existem no pulmão, pelo que a pneumonia (infecção do pulmão) habitualmente cursa com pouca ou nenhuma tosse. Muitos factores podem provocar tosse: infecção de qualquer ponto da árvore respiratória (como o nariz, seios perinasais, amígdalas, adenóides, faringe, laringe, traqueia, pulmão), asma, alergias, presença de corpos estranhos, aspiração de fumo ou vapores, entre outros... Pode também ter uma causa psicológica. Neste caso, o mecanismo é voluntário, não é reflexo, e tipicamente a criança ou o adolescente só tosse quando está acordado. Se o seu filho tem tosse deve consultar o seu médico assistente, que, em função das queixas, do tipo de tosse e dos resultados do exame físico, e eventualmente de análises e radiografias (estas duas últimas raramente são necessárias), estabelecerá um diagnóstico.O tratamento a instituir dependerá desse diagnóstico. Se for asma, o seu controlo leva ao desaparecimento da tosse. Contudo, se a doença base não tiver tratamento específico, como por exemplo as constipações, então a tosse também não tem tratamento.


Qual é então o melhor xarope para a tosse?

A única terapêutica realmente adequada e eficaz para a tosse é o tratamento da sua etiologia. Raramente é aconselhável tomar 'um xarope para a tosse'. O melhor 'remédio' da tosse consiste na hidratação das secreções, que se consegue fundamentalmente pela ingestão abundante de água.

Existem dois grandes grupos de 'xaropes para a tosse': os antitússicos e os expectorantes.Os antitússicos actuam inibindo o reflexo da tosse. Quando uma criança toma um xarope destes, perde a capacidade de tossir, isto é, perde um mecanismo de defesa. Como consequência, mais facilmente será infectada pois não consegue remover tão eficazmente os microorganismos, as secreções e os restos celulares que se encontram nas vias aéreas. Estes medicamentos apenas devem ser utilizados nas situações em que não é possível tratar a causa da tosse, quando esta é irritativa (seca e sem expectoração) e perturba muito a criança (interferindo, por exemplo, significativamente com o sono). Os antitússicos devem ser usados apenas por períodos curtos (menos de uma semana) e somente após avaliação médica e por indicação deste.Os expectorantes actuam aumentando o volume das secreções e os mucolíticos que alteram a produção e consistência do muco. São medicamentos ineficazes na maioria dos casos. As crianças, particularmente aquelas com idade inferior a 1-2 anos, não conseguem eliminar bem as secreções pelo que estas tendem a acumular e consequentemente a agravar a tosse. Estes dois tipos de xarope também não devem ser utilizados em associação, uma vez que os expectorantes facilitam a eliminação das secreções, enquanto que os antitússicos impedem a sua expulsão.

E as pomadas/bálsamos para esfregar no peito?

Também não são aconselháveis, pois são extremamente irritantes, contribuindo para o agravamento e perpetuamente da tosse. Em resumo, se o seu filho tem tosse consulte o seu médico assistente. Em face da causa da tosse este irá prescrever o tratamento mais adequado. Não o automedique, pois poderá estar a prejudicá-lo. 
Dica: 
Procure informação com seu pediatra sobre  xaropes de carbocisteína.











Um estudo realizado por pesquisadores americanos sugere que o mel é o melhor remédio para tosse. Cientistas da Universidade Estadual da Pennsylvania dizem que componentes encontrados no líquido viscoso e açucarado, reconhecido há séculos por suas propriedades terapêuticas, matam micróbios e atuam como antioxidantes.


O estudo, publicado na revista especializada Archives of Paediatric and Adolescent Medicine, analisou 105 crianças entre 2 e 18 anos com tosse forte e freqüente durante a noite.

Os participantes foram divididos em três grupos. As crianças do primeiro grupo tomaram uma colher de mel, as do segundo, uma de xarope industrializado à base de dextrometorfano (DM) - substância encontrada em vários xaropes existentes no mercado -, e, o terceiro, um medicamento

Questionamento

Todas as doses foram administradas pelos pais 30 minutos antes de as crianças irem para a cama. Os cientistas observaram que as crianças que haviam tomado o mel apresentaram uma melhora significativa na tosse noturna.

Um alívio dos sintomas também foi verificado no segundo grupo, porém não tão expressivo quanto no primeiro. As crianças que haviam tomado o placebo não apresentaram melhoras.

Ian Paul, professor de pediatria e líder do estudo, disse que a pesquisa vem se somar "à crescente literatura médica que questiona o uso de xarope à base de DM em crianças".

"Outros estudos serão necessários, mas esperamos que os profissionais da área de saúde passem a considerar mais o mel como uma alternativa segura, legítima e mais barata para o tratamento da tosse infantil", disse Paul.
 

sábado, 4 de setembro de 2010

Piolhos como combate-los?


Os piolhos são “bichos” muito pequenos – um insecto, de tamanho mais ou menos igual à da de um fósforo. O piolho tem seis pernas curtas, adaptadas para agarrar o cabelo.

Os piolhos ficam agarrados ao cabelo, perto do couro cabeludo, onde encontram comida e aquecimento. São muito difíceis de encontrar porque têm a tendência de se esconder quando há uma mudança de cabelo, e também a cor deles é normalmente igual à cor do couro cabeludo.

Os piolhos põem seis a oito ovos por dia, que se colam aos cabelos dos indivíduos. Sete a dez dias depois de nascerem, deixam uma casca vazia, a que se dá o nome de “lêndea”. Estas têm cor pérola, e são mais fáceis de encontrar que os piolhos. Infelizmente as lêndeas são impossíveis de tirar quando penteamos o cabelo.

A fêmea do piolho pode pôr mais de 100 ovos, durante sua vida. Estes ovos ficam presos aos cabelos, perto do couro cabeludo, por meio de um material muito forte secretado pela fêmea. Eles chocam os ovos por aproximadamente 8 dias depois que são postos, e crescem aproximadamente até a fase adulta por 9 a 12 dias depois de chocar. Os piolhos adultos sobrevivem só por algumas semanas.
Em geral, uma pessoa infestada de piolhos terá menos que uma dúzia deles de cada vez vivos na cabeça, embora centenas de piolhos em crescimento, mortos e ovos sendo chocados podem estar presentes.
A transmissão ocorre pelo contato direto com objetos contendo os piolhos, tais como chapéus, escovas de cabelo, pentes, travesseiros, encostos de cadeiras, assentos de carros ou contato direto com pessoas parasitadas.
O controle convencional se faz pelo uso de “shampoos” ou loções próprias para o tratamento de piolhos. Deve-se sempre consultar um médico o qual indicará qual o melhor produto a ser utilizado.
O uso do pente fino, no mínimo uma vez ao dia, para retirar os adultos, e a catação de lêndeas são bastante eficazes no controle desses insetos.

Como se detectam : Sintoma e Conseqüências

Sintoma
O primeiro sintoma é uma intensa coceira no couro cabeludo, principalmente na região da nuca e atrás das orelhas.
A intensa coceira no couro cabeludo pode ocasionar feridas que são portas abertas para infecções bacterianas, como impetigo, além do aparecimento de gânglios e stress que leva ao baixo rendimento escolar.
É muito importante falar com os educadores da escola, amigos e família para os informar que encontraram piolhos.
Não se deve ter vergonha de ter piolhos, porque estes não significam falta de higiene: os piolhos até preferem os cabelos limpos.

“Os piolhos não saltam, não morrem na cama e podem visitar vários cabelos num só dia”.

 Uma dica: Passar um pouquinho de perfume na nuca e atrás das orelhas das crianças evita que a criança pegue o piolho.


Testei e deu certo, minha filha que pegava piolhos constantimente nunca mais teve após eu adotar essa prática.